sexta-feira, 20 de abril de 2012


Debate sobre Bullying – para educadores – Participe!
Você que é educador(a) participe do debate sobre Bullying que está acontecendo no site do Professor Fernando Pereira. Dê sua contribuição e debata com outros educadores o que acham sobre este tema tão atual.

Click na foto ou no link abaixo:


Debate sobre Bullying


terça-feira, 17 de abril de 2012


O  ENGEDUC - Educação Infantil: por onde tudo começa....
é um evento focado na Educação das crianças de  0 a 5 anos, e tem como objetivo principal subsidiar, mediante um debate teórico-metodológico, a elaboração das orientações curriculares para a Educação Infantil.


sexta-feira, 13 de abril de 2012


encontro - Inclusão escolar e desafios para o atendimento educacional especializado

   

Inscrições: com inscrição prévia - Gerenciarei planilha google de inscrições

informações: rosangel@usp.br

Faculdade de Educação da USP
Os encontros visam a discutir e construir subsídios que proporcionem respostas às novas exigências impostas às práticas de professores especializados diante da proposta de escolarização de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação em classes comuns.
1º Encontro - 18/05/2012 - das 13h às 17h Discussão sobre definição de inclusão escolar e educação inclusiva

2º Encontro - 15/06/2012 - das 13h às 17h Atendimento educacional especializado: abordagens e práticas 3º Encontro - 13/07/2012 - das 13h às 17h Políticas municipais paulistas de inclusão escolar e práticas de professores especializados


terça-feira, 10 de abril de 2012

segunda-feira, 2 de abril de 2012


Aberta as inscrições para o Concurso Público para Professor na Prefeitura Municipal de Lorena, click no link abaixo da foto:

terça-feira, 27 de março de 2012






Educar para e pela cidadania desde a infância

  

“...os sonhos não bastam. Eles precisam da ajuda da Inteligência. Acontece que a Inteligência tem ideias próprias: só funciona quando um Sonho (ainda que bem pequeno) lhe dá ordens. É inútil obrigar a Inteligência a aprender mil coisas que estão ligadas aos Sonhos. A Inteligência esquece logo (porque é inteligente!). O que sobrou em você de tudo o que você aprendeu na escola? Você esqueceu, porque aqueles saberes não eram resposta aos seus sonhos”. (ALVES, pg.9, 2003)


Essa questão “de que a escola é o espaço onde se aprende a lidar com as diferenças e as divergências” deveria ser algo não só teórico, mas prático. Temos visto que em muitos casos, é claro que toda regra tem uma exceção, o Mestre Paulo Freire mesmo nos alerta para que todos os envolvidos na escola com a criança o respeito é a ferramenta primordial para o desenvolvimento desta.

E como tratar uma criança que é desrespeitada na família e não se sente amparada na escola?

Se na escola é onde se aprende a ler e escrever e também viver respeitosamente (o texto de Ângela Antunes, Julia Tomchinscky, Francisca Pini) nos mostra que é lá na escola que aprenderá a se socializar e também promove a justiça social.

Mas que justiça é essa? Onde de início, gestores que são cobrados pelas Secretarias de Educação, que cobra os professores, que cobram os alunos... é uma  cadeia de cobranças de resultados. E muitas vezes esses resultados não são em prol ou visam à criança e sua formação.

Rubem Alves diz que sonhar não basta, não podemos apenas ter um sonho utópico que a escola será a salvação da criança no sentido de formação da sua cidadania.  É preciso que esta escola mostre o caminho para esta criança de que ela não está só, que ela vive em comunidade, mostrar o sentido de coletivo, que ela entenda que mesmo com tanta violência e corrupção, o mais importante é aprender que existem direitos, deveres e conceitos de valores.

Mesmo que fazer o bem ande na contra mão do que a mídia mostra, a escola tem por obrigação mostrar para esta criança que devemos cumprir as leis, mesmo que os exemplos sejam contrários (a inteligência diga não) é preciso que os sonhos dessas crianças sejam regados, para crescer e florescer.

Educar para e pela cidadania é levar a criança ao diálogo e a reflexão para que possa primeiramente se respeitar e depois respeitar o próximo.

É preciso mostrar o lugar da criança na sociedade e essa é a função do professor (educador), não deixar que as coisas aprendidas na escola sejam esquecidas, mas sim, num sentido de vida, levar essas crianças ao bem estar e a uma vida cidadã e de compreensão de mundo.

O individualismo tem que ficar de fora de nossas salas de aula, de nossas escolas, a criança tem que compreender que não está só, não é uma ilha, mas ela vive e compartilha de um mundo, de sonhos e esperança para um futuro melhor não só para si mesma, mas para todos. E ela é uma peça importante na construção de seu sonho e daqueles que a rodeiam.
 

Universidade Metodista de São Paulo

Pólo Guaratinguetá – SP
CRISTIANE FABRÍCIO DOS S. DE ALMEIDA
PRISCILA RANGEL LEMES PEREIRA                            
TAMIRES MARQUES DOS SANTOS
                   
FERNANDO CARLOS PEREIRA                           


Referência Bibliográfica:

ALVES, Rubem. Conversas sobre Educação. Campinas, SP: Verus Editora, 2003.


 Imagem: http://www.vivaterra.org.br/vivaterra_cidadania.htm - acesso 27 de março - 09:13 horas.

sábado, 24 de março de 2012




As mudanças no mundo do trabalho e a educação: novos desafios para a gestão.

Vamos primeiramente deixar um texto para que possamos ser norteados para os novos desafios da gestão:


“A qualidade social do currículo se expressa no provimento das condições pedagógigo-didáticas que asseguram melhor qualidade cognitiva e operativa das experiências de aprendizagem”. (LIBÂNEO, pg.191, 2008)

Ao ler o texto de Acácia Z. KUENZER, percebemos que além do teor histórico da educação e também do mundo do trabalho, vemos que ela nos leva a comparar como foi no passado, o que é agora e o que teremos para o futuro.

A questão da globalização onde a competitividade leva o homem a sempre precisar de mais em tudo, tanto cognitivamente como socialmente. E a pedagogia ela pode e deve trabalhar este lado social, é claro que o texto nos deixa aberto a muitos temas, mas optamos por este, o social.

Os trabalhadores de hoje precisam estar aptos a enfrentar situações de problemas e não só isto precisa agir de forma rápida e precisa para resolvê-los.

A escola e mais precisamente a gestão deve estar preparada para a formação destes trabalhadores, hábeis e competentes. Servindo-se da qualidade do seu currículo, que deve estar aberto e que haja condições para que o acesso cognitivo e pedagógico-didático seja visando a qualidade social como diz LIBÂNEO.

Somente assim, alunos que hoje estão nas salas de aula, mas que amanhã serão trabalhadores, poderão dizer que foi através da gestão, que de forma atuante suprimiu a evasão escolar, e estes mantiveram suas posições, aprendendo e compreendendo o sentido de mundo. Se a gestão não investir neste sentido, como estes que são alunos se tornarão trabalhadores eficazes amanhã, se não conseguiram ser orientados na escola?

O que vemos hoje são alunos que se sentem discriminados dentro de suas próprias famílias, dentro da escola são deixados de lado, sente-se como se não fizesse parte deste mundo. Como alguém assim poderá ter sucesso no futuro? Como este poderá ser um trabalhador produtivo? Esse aluno olha para fora de sua janela da vida e ve que outros alunos de escolas particulares possuem oportunidades que ele nunca terá. O que fazer? Se existe uma barreira social algo precisa ser feito.

O desafio para a gestão será diminuir o abismo social entre a escola pública e a privada, não na questão financeira, mas mostrar que tudo é possível para aquele que luta pelos seus objetivos, levando o aluno a se comunicar de forma oral e escrita, pois isto viabiliza a compreensão dos métodos científicos, privilegiar a práxis social, não só na teoria, mas fazer a escola, os alunos, os docentes e os pais a refletirem sobre suas práticas sociais. Isto é “assegurar melhor qualidade cognitiva e operativa das experiências de aprendizagem”, não é o que LIBÂNEO nos orienta?

Só assim, este aluno estará pronto a ser um trabalhador, pois será uma peça chave, estratégica para a produtividade.

É preciso que o gestor deixe o discurso (teoria) de lado, partindo para uma prática onde não haja diferenças sociais dentro de sua escola, onde o aluno sinta-se como parte do mundo, preparado para ele e sujeito histórico de sua própria vida.

Universidade Metodista de São Paulo
Pólo Guaratinguetá – SP

CRISTIANE FABRÍCIO DOS S. DE ALMEIDA
PRISCILA RANGEL LEMES PEREIRA                            
TAMIRES MARQUES DOS SANTOS                               
FERNANDO CARLOS PEREIRA                           

Referências:

LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola: Teoria e Prática. Goiânia: MF Livros, 2008.

“As mudanças no mundo do trabalho e a educação: novos desafios para a gestão” - Acácia Z. KUENZER - http://drb-assessoria.com.br/AsmudancasnomundodotrabalhoeaEducacaotexto2.pdf