terça-feira, 29 de maio de 2012


Quando os nossos governantes vão entender que o Brasil não precisa de um plano de educação “partidário”, que daqui a quatro anos tudo muda...

Precisamos é de um Plano de Educação para o Brasil  que seja de longo prazo, que seja formulado e construído por educadores e não por políticos. 

Votação do Plano Nacional da Educação é adiada mais uma vez

FLÁVIA FOREQUE
DE BRASÍLIA

A Câmara dos Deputados adiou mais uma vez a votação do PNE (Plano Nacional da Educação), que define metas e estratégias para o setor na próxima década. A comissão especial que analisa a matéria se reuniu nesta terça-feira, mas a votação não foi concluída.


Um dos principais impasses se refere à definição de um percentual do PIB (Produto Interno Bruto) para investimentos em educação. O texto encaminhado pelo governo previa a reserva de 7% para o setor.

O relator da matéria, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), aumentou para 7,5%, mas organizações da sociedade civil pressionam por uma definição de 10% do PIB para educação. A estimativa é de que o governo reserve atualmente cerca de 5% do PIB para a área.

"Todo o resto você chega a um acordo. A grande questão é o financiamento", disse o deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP), favorável à reserva de 10% do PIB. "[Sem esse percentual] vamos continuar enxugando gelo", completou.

DESGASTE

O tema é alvo de controvérsia até mesmo entre deputados governistas. "A base do PT está com um problema", reconheceu um congressista aliado.

O PT teme sofrer desgaste com os movimentos sociais diante da posição da equipe econômica do governo em não liberar mais verbas para o setor.

Com o plenário da comissão lotado com integrantes do setor exibindo faixas por mais investimentos em educação, deputados tentaram evitar o desgaste político e adiaram mais uma vez a discussão do tema. O relator do texto afirmou que ainda estão correndo "conversas sobre a questão financeira".

Deputados da oposição criticaram o adiamento da votação. "Nós não vamos participar desse jogo. Eles vão ter que se expor perante as pessoas. Todo mundo viu que era enrolação para não votar", disse a deputada Dorinha (DEM-TO).

O debate teve início uma hora depois do horário inicialmente previsto. O atraso foi atribuído à falta de quórum --havia necessidade da presença de ao menos 15 integrantes da comissão. O assunto deve ser retomado amanhã, numa nova reunião do grupo.

HISTÓRICO

O projeto chegou ao Congresso Nacional no final de 2010. Desde então, ele é debatido na comissão especial criada na Câmara dos Deputados para discutir as 20 metas definidas no projeto.

Após ser aprovado pelo grupo, o texto segue para o Senado Federal --ele pode ainda ser votado no plenário da Câmara caso seja apresentado requerimento dos congressistas com esse pedido.




sábado, 19 de maio de 2012

A todos(as) educadores(as): EDUCAR - Rubem Alves



“O direito de ser, sendo diferente na escola” 


Imaginar o que alguém portador de algum tipo de deficiência sente ao entrar pelo portão da escola não é algo fácil, visto a tamanha crueldade existente dentro desses muros, discriminação, bullying, violência física e tantas outras mazelas trazidas do mundo exterior para o interior de um espaço que deveria ser imaculado. Mas não é!

A escola é um local onde é apresentada a educação para a criança, onde esta se socializa. Ali é local de transformação, de metamorfose. Isto porque a criança sairá apta para enfrentar o mundo, uma cidadã para exercer seus deveres e lutar pelos seus direitos.

Mas quando se fala em direitos das crianças, alunos(as) de inclusão fica muito claro que o Estado não tem a preocupação de fazer o seu papel de mediador entre a necessidade (do assistido) e a escola. E esta também muitas das vezes não está preparada ou não quer se preparar para receber essa nova função que é humana, social e educativa.


“... As escolas e as instituições especializadas ainda resistem muito às mudanças provocadas pela inclusão, alegando motivos que expõem a fixidez organizacional dos serviços dispensados a seus alunos e assistidos.”. (MANTOAN, p.37, 2004)


A autora afirma que a escola resiste muito pelas mudanças geradas dentro de seus muros. Estamos falamos muito sobre muros, isto porque se dá a ideia de que ali onde deveria existir liberdade, facilidades, pelo contrário, mais parece aprisionar a criança, esta se sente impotente de receber e dar tudo aquilo que necessita.

Essa assistência com perna de pau, manca, que vem do Estado, esquece que a pessoa assistida também faz parte de uma sociedade e tem o direito a ser tratada dignamente. Que tem o direito à vida, a liberdade de ir, vir e ter acesso a todos ambientes.

            E este é mais um dos problemas que tem levado a escola a entrar em crise, tudo pelos novos paradigmas e pelas transformações que nela vem ocorrendo. E a inclusão tem feito escolas virarem de pernas para o ar, ou seja, pela falta de preparo (dos gestores e professores), falta de apoio (do Estado e da municipalidade) e tantos outros motivos onde a escola está chegando ao final de suas forças.

            É chegada a hora da transformação, do entendimento e da compreensão das identidades e das diferenças. A escola que queremos é uma que cumpra o seu papel, que observa os direitos, e direito é uma reinvidicação inegociável, ou seja, aqueles que possuem necessidades especiais não precisam implorar por algo que lhes é de direito.

            É preciso que haja cobrança aos legisladores, para que sejam resignificada as leis em torno da educação especial, isto para que tenhamos uma escola inclusiva, voltada a cidadania, onde se reconheça as diferenças e priorize a emancipação intelectual.

            Tudo isto para que o educar com liberdade envolva todos da escola, gestores, professores, funcionários, alunos, pais e sociedade em uma só voz e força, e para que o direito de ser seja, mesmo que haja diferenças.


Universidade Metodista de São Paulo
Pólo Guaratinguetá – SP

CRISTIANE FABRÍCIO DOS S. DE ALMEIDA
PRISCILA RANGEL LEMES PEREIRA                           
TAMIRES MARQUES DOS SANTOS                        

FERNANDO CARLOS PEREIRA                         


Referência:

http://www2.cjf.jus.br/ojs2/index.php/cej/article/viewFile/622/802 - acesso 16 de maio de 2012 – 19:07 horas.

domingo, 13 de maio de 2012


A todas as mamães, educadoras, que dividem o tempo de permanência com seus filhos com os filhos de outras mamães, que Deus retribua em dobro tudo que tem feito pelas crianças do Brasil, um...


São os votos de: Cristiane, Priscila, Tamires e Fernando – Universidade Metodista – Pólo de Guaratinguetá - SP
Imagem: http://professorfernandocpereira.webnode.com.br/

terça-feira, 1 de maio de 2012


Dez maneiras de ajudar as crianças na escola...


Especialista explica por que os alunos não gostam da escola

 

Para Daniel T. Willingham, o aprendizado tem de ser uma experiência mais envolvente
Crianças podem se lembrar de detalhes do cenário de um jogo de videogame que conheceram no fim de semana, mas não saber do que tratava a aula a que acabaram de assistir no colégio. No livro “Por que os alunos não gostam da escola?” (Editora Campus), o cientista cognitivo americano Daniel T. Willingham dá a resposta: o aprendizado tem de ser uma experiência mais envolvente.
Willingham, que é professor de Psicologia na Universidade de Virgínia, ressalta que o processo de aprendizado precisa de mais significado. Na prática, contexto, historinhas, brincadeiras, emoção. Veja o que ele tem a ensinar.

Assista ao video e confira a matéria na integra acessando o link abaixo do UOL Educação: