segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
Quando os nossos governantes vão entender que o Brasil não precisa de um plano de educação “partidário”, que daqui a quatro anos tudo muda...
Precisamos é de um Plano de Educação para o Brasil que seja de longo prazo, que seja formulado e construído por educadores e não por políticos.
Precisamos é de um Plano de Educação para o Brasil que seja de longo prazo, que seja formulado e construído por educadores e não por políticos.
Votação do Plano Nacional da Educação é adiada mais uma vez
FLÁVIA FOREQUE
DE BRASÍLIA
DE BRASÍLIA
A Câmara dos Deputados adiou mais uma vez a votação do PNE (Plano Nacional da Educação), que define metas e estratégias para o setor na próxima década. A comissão especial que analisa a matéria se reuniu nesta terça-feira, mas a votação não foi concluída.
Um dos principais impasses se refere à definição de um percentual do PIB (Produto Interno Bruto) para investimentos em educação. O texto encaminhado pelo governo previa a reserva de 7% para o setor.
O relator da matéria, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), aumentou para 7,5%, mas organizações da sociedade civil pressionam por uma definição de 10% do PIB para educação. A estimativa é de que o governo reserve atualmente cerca de 5% do PIB para a área.
"Todo o resto você chega a um acordo. A grande questão é o financiamento", disse o deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP), favorável à reserva de 10% do PIB. "[Sem esse percentual] vamos continuar enxugando gelo", completou.
DESGASTE
O tema é alvo de controvérsia até mesmo entre deputados governistas. "A base do PT está com um problema", reconheceu um congressista aliado.
O PT teme sofrer desgaste com os movimentos sociais diante da posição da equipe econômica do governo em não liberar mais verbas para o setor.
Com o plenário da comissão lotado com integrantes do setor exibindo faixas por mais investimentos em educação, deputados tentaram evitar o desgaste político e adiaram mais uma vez a discussão do tema. O relator do texto afirmou que ainda estão correndo "conversas sobre a questão financeira".
Deputados da oposição criticaram o adiamento da votação. "Nós não vamos participar desse jogo. Eles vão ter que se expor perante as pessoas. Todo mundo viu que era enrolação para não votar", disse a deputada Dorinha (DEM-TO).
O debate teve início uma hora depois do horário inicialmente previsto. O atraso foi atribuído à falta de quórum --havia necessidade da presença de ao menos 15 integrantes da comissão. O assunto deve ser retomado amanhã, numa nova reunião do grupo.
HISTÓRICO
O projeto chegou ao Congresso Nacional no final de 2010. Desde então, ele é debatido na comissão especial criada na Câmara dos Deputados para discutir as 20 metas definidas no projeto.
Após ser aprovado pelo grupo, o texto segue para o Senado Federal --ele pode ainda ser votado no plenário da Câmara caso seja apresentado requerimento dos congressistas com esse pedido.
sábado, 19 de maio de 2012
“O direito de
ser, sendo diferente na escola”
Imaginar o que
alguém portador de algum tipo de deficiência sente ao entrar pelo portão da
escola não é algo fácil, visto a tamanha crueldade existente dentro desses
muros, discriminação, bullying, violência física e tantas outras mazelas
trazidas do mundo exterior para o interior de um espaço que deveria ser
imaculado. Mas não é!
A escola é um local
onde é apresentada a educação para a criança, onde esta se socializa. Ali é local
de transformação, de metamorfose. Isto porque a criança sairá apta para
enfrentar o mundo, uma cidadã para exercer seus deveres e lutar pelos seus
direitos.
Mas quando se fala
em direitos das crianças, alunos(as) de inclusão fica muito claro que o Estado
não tem a preocupação de fazer o seu papel de mediador entre a necessidade (do assistido)
e a escola. E esta também muitas das vezes não está preparada ou não quer se
preparar para receber essa nova função que é humana, social e educativa.
“... As escolas e as instituições especializadas
ainda resistem muito às mudanças provocadas pela inclusão, alegando motivos que
expõem a fixidez organizacional dos serviços dispensados a seus alunos e
assistidos.”. (MANTOAN, p.37, 2004)
A autora afirma que
a escola resiste muito pelas mudanças geradas dentro de seus muros. Estamos
falamos muito sobre muros, isto porque se dá a ideia de que ali onde deveria
existir liberdade, facilidades, pelo contrário, mais parece aprisionar a
criança, esta se sente impotente de receber e dar tudo aquilo que necessita.
Essa assistência com
perna de pau, manca, que vem do Estado, esquece que a pessoa assistida também
faz parte de uma sociedade e tem o direito a ser tratada dignamente. Que tem o
direito à vida, a liberdade de ir, vir e ter acesso a todos ambientes.
E
este é mais um dos problemas que tem levado a escola a entrar em crise, tudo
pelos novos paradigmas e pelas transformações que nela vem ocorrendo. E a
inclusão tem feito escolas virarem de pernas para o ar, ou seja, pela falta de
preparo (dos gestores e professores), falta de apoio (do Estado e da
municipalidade) e tantos outros motivos onde a escola está chegando ao final de
suas forças.
É
chegada a hora da transformação, do entendimento e da compreensão das
identidades e das diferenças. A escola que queremos é uma que cumpra o seu
papel, que observa os direitos, e direito é uma reinvidicação inegociável, ou
seja, aqueles que possuem necessidades especiais não precisam implorar por algo
que lhes é de direito.
É
preciso que haja cobrança aos legisladores, para que sejam resignificada as
leis em torno da educação especial, isto para que tenhamos uma escola
inclusiva, voltada a cidadania, onde se reconheça as diferenças e priorize a
emancipação intelectual.
Tudo
isto para que o educar com liberdade envolva todos da escola, gestores,
professores, funcionários, alunos, pais e sociedade em uma só voz e força, e
para que o direito de ser seja, mesmo que haja diferenças.
Universidade Metodista de São Paulo
Pólo Guaratinguetá – SP
CRISTIANE FABRÍCIO DOS S. DE ALMEIDA
PRISCILA RANGEL LEMES PEREIRA
TAMIRES MARQUES DOS SANTOS FERNANDO CARLOS PEREIRA
Referência:
http://www2.cjf.jus.br/ojs2/index.php/cej/article/viewFile/622/802
- acesso 16 de maio de 2012 – 19:07 horas.
domingo, 13 de maio de 2012
A todas as mamães, educadoras, que dividem o tempo
de permanência com seus filhos com os filhos de outras mamães, que Deus
retribua em dobro tudo que tem feito pelas crianças do Brasil, um...
São os votos de: Cristiane, Priscila, Tamires e
Fernando – Universidade Metodista – Pólo de Guaratinguetá - SP
Imagem: http://professorfernandocpereira.webnode.com.br/
terça-feira, 1 de maio de 2012
Dez maneiras de ajudar as crianças na escola...
Especialista explica por que os alunos não gostam da escola
Para Daniel T. Willingham, o aprendizado tem de ser uma experiência mais
envolvente
Crianças podem se lembrar de detalhes do cenário de um jogo de videogame que
conheceram no fim de semana, mas não saber do que tratava a aula a que acabaram
de assistir no colégio. No livro “Por que os alunos não gostam da escola?”
(Editora Campus), o cientista cognitivo americano Daniel T. Willingham dá a
resposta: o aprendizado tem de ser uma experiência mais envolvente.
Willingham, que é professor de Psicologia na Universidade de Virgínia,
ressalta que o processo de aprendizado precisa de mais significado. Na prática,
contexto, historinhas, brincadeiras, emoção. Veja o que ele tem a ensinar.
Assista ao video e confira a matéria na integra acessando o link abaixo do UOL Educação:
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Debate
sobre Bullying – para educadores – Participe!
Você que é educador(a) participe do debate sobre Bullying que está acontecendo no site do Professor Fernando Pereira. Dê sua contribuição e debata com outros educadores o que acham sobre este tema tão atual.Click na foto ou no link abaixo:
Debate sobre Bullying
terça-feira, 17 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
encontro - Inclusão escolar e desafios para o atendimento educacional
especializado
Inscrições:
com inscrição prévia - Gerenciarei planilha google de inscrições
informações: rosangel@usp.br Faculdade de Educação da USP
Os
encontros visam a discutir e construir subsídios que proporcionem respostas
às novas exigências impostas às práticas de professores especializados diante
da proposta de escolarização de alunos com deficiência, transtornos globais
do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação em classes comuns.
1º
Encontro - 18/05/2012 - das 13h às 17h Discussão sobre definição de inclusão
escolar e educação inclusiva
2º Encontro - 15/06/2012 - das 13h às 17h Atendimento educacional especializado: abordagens e práticas 3º Encontro - 13/07/2012 - das 13h às 17h Políticas municipais paulistas de inclusão escolar e práticas de professores especializados |
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terça-feira, 10 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
Educar para e pela cidadania desde a infância
“...os sonhos não
bastam. Eles precisam da ajuda da Inteligência. Acontece que a Inteligência tem
ideias próprias: só funciona quando um Sonho (ainda que bem pequeno) lhe dá
ordens. É inútil obrigar a Inteligência a aprender mil coisas que estão ligadas
aos Sonhos. A Inteligência esquece logo (porque é inteligente!). O que sobrou
em você de tudo o que você aprendeu na escola? Você esqueceu, porque aqueles
saberes não eram resposta aos seus sonhos”. (ALVES, pg.9, 2003)
Essa questão “de que a escola é o
espaço onde se aprende a lidar com as diferenças e as divergências” deveria ser
algo não só teórico, mas prático. Temos visto que em muitos casos, é claro que
toda regra tem uma exceção, o Mestre Paulo Freire mesmo nos alerta para que
todos os envolvidos na escola com a criança o respeito é a ferramenta
primordial para o desenvolvimento desta.
E como tratar uma criança que é desrespeitada
na família e não se sente amparada na escola?
Se na escola é onde se aprende a ler
e escrever e também viver respeitosamente (o texto de Ângela Antunes, Julia Tomchinscky,
Francisca Pini) nos mostra que é lá na escola que aprenderá a se socializar e
também promove a justiça social.
Mas que justiça é essa? Onde de
início, gestores que são cobrados pelas Secretarias de Educação, que cobra os
professores, que cobram os alunos... é uma
cadeia de cobranças de resultados. E muitas vezes esses resultados não
são em prol ou visam à criança e sua formação.
Rubem Alves diz que sonhar não basta,
não podemos apenas ter um sonho utópico que a escola será a salvação da criança
no sentido de formação da sua cidadania. É preciso que esta escola mostre o caminho
para esta criança de que ela não está só, que ela vive em comunidade, mostrar o
sentido de coletivo, que ela entenda que mesmo com tanta violência e corrupção,
o mais importante é aprender que existem direitos, deveres e conceitos de
valores.
Mesmo que fazer o bem ande na contra
mão do que a mídia mostra, a escola tem por obrigação mostrar para esta criança
que devemos cumprir as leis, mesmo que os exemplos sejam contrários (a
inteligência diga não) é preciso que os sonhos dessas crianças sejam regados,
para crescer e florescer.
Educar para e pela cidadania é levar
a criança ao diálogo e a reflexão para que possa primeiramente se respeitar e
depois respeitar o próximo.
É preciso mostrar o lugar da criança
na sociedade e essa é a função do professor (educador), não deixar que as
coisas aprendidas na escola sejam esquecidas, mas sim, num sentido de vida,
levar essas crianças ao bem estar e a uma vida cidadã e de compreensão de
mundo.
O individualismo tem que ficar de
fora de nossas salas de aula, de nossas escolas, a criança tem que compreender
que não está só, não é uma ilha, mas ela vive e compartilha de um mundo, de
sonhos e esperança para um futuro melhor não só para si mesma, mas para todos. E
ela é uma peça importante na construção de seu sonho e daqueles que a rodeiam.
Universidade Metodista de São Paulo
Pólo Guaratinguetá – SP
CRISTIANE FABRÍCIO DOS S. DE ALMEIDA
PRISCILA RANGEL LEMES PEREIRA
TAMIRES MARQUES DOS SANTOSFERNANDO CARLOS PEREIRA
Referência Bibliográfica:
ALVES, Rubem. Conversas sobre
Educação. Campinas, SP: Verus Editora, 2003.
http://siteantigo.paulofreire.org/Noticias/NoticiaEducarParaEPelaCidadaniaDesdeAInfancia
- acesso 27 de março de 2012 – 09:07 horas.
sábado, 24 de março de 2012
As mudanças no mundo do trabalho e a educação: novos desafios para a gestão.
Vamos primeiramente deixar um texto para que possamos ser norteados para os novos desafios da gestão:
“A qualidade social
do currículo se expressa no provimento das condições pedagógigo-didáticas que
asseguram melhor qualidade cognitiva e operativa das experiências de
aprendizagem”. (LIBÂNEO, pg.191, 2008)
Ao ler o texto de Acácia Z. KUENZER, percebemos que além do teor histórico da educação e também do mundo do trabalho, vemos que ela nos leva a comparar como foi no passado, o que é agora e o que teremos para o futuro.
A questão da globalização onde a
competitividade leva o homem a sempre precisar de mais em tudo, tanto cognitivamente
como socialmente. E a pedagogia ela pode e deve trabalhar este lado social, é
claro que o texto nos deixa aberto a muitos temas, mas optamos por este, o
social.
Os trabalhadores de hoje precisam estar aptos a enfrentar situações de problemas e não só isto precisa agir de forma rápida e precisa para resolvê-los.
A escola e mais precisamente a gestão
deve estar preparada para a formação destes trabalhadores, hábeis e
competentes. Servindo-se da qualidade do seu currículo, que deve estar aberto
e que haja condições para que o acesso cognitivo e pedagógico-didático seja visando a
qualidade social como diz LIBÂNEO.
Somente assim, alunos que hoje estão nas salas de aula, mas que amanhã serão trabalhadores, poderão dizer que foi através da gestão, que de forma atuante suprimiu a evasão escolar, e estes mantiveram suas posições, aprendendo e compreendendo o sentido de mundo. Se a gestão não investir neste sentido, como estes que são alunos se tornarão trabalhadores eficazes amanhã, se não conseguiram ser orientados na escola?
O que vemos hoje são alunos que se sentem discriminados dentro de suas próprias famílias, dentro da escola são deixados de lado, sente-se como se não fizesse parte deste mundo. Como alguém assim poderá ter sucesso no futuro? Como este poderá ser um trabalhador produtivo? Esse aluno olha para fora de sua janela da vida e ve que outros alunos de escolas particulares possuem oportunidades que ele nunca terá. O que fazer? Se existe uma barreira social algo precisa ser feito.
O desafio para a gestão será
diminuir o abismo social entre a escola pública e a privada, não na questão financeira, mas mostrar que tudo é possível para aquele que luta pelos seus objetivos, levando o aluno a se
comunicar de forma oral e escrita, pois isto viabiliza a compreensão dos
métodos científicos, privilegiar a práxis social, não só na teoria, mas fazer a
escola, os alunos, os docentes e os pais a refletirem sobre suas práticas sociais. Isto
é “assegurar melhor qualidade cognitiva e
operativa das experiências de aprendizagem”, não é o que LIBÂNEO nos
orienta?
Só assim, este aluno estará pronto a ser um trabalhador, pois será uma peça chave, estratégica para a produtividade.
É preciso que o gestor deixe o discurso (teoria) de lado, partindo para uma prática onde não haja diferenças sociais dentro de sua escola, onde o aluno sinta-se como parte do mundo, preparado para ele e sujeito histórico de sua própria vida.
Universidade Metodista de São Paulo
Pólo Guaratinguetá – SPCRISTIANE FABRÍCIO DOS S. DE ALMEIDA
PRISCILA RANGEL LEMES PEREIRA
TAMIRES MARQUES DOS SANTOS
FERNANDO CARLOS PEREIRA
Referências:
LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola: Teoria e Prática. Goiânia: MF Livros, 2008.
“As mudanças no mundo do trabalho e a educação: novos desafios para a
gestão” - Acácia Z. KUENZER - http://drb-assessoria.com.br/AsmudancasnomundodotrabalhoeaEducacaotexto2.pdf
terça-feira, 20 de março de 2012
Bibliografia de Paulo Freire
Para você educador(a)
para um início promissor na carreira, uma atitude louvável é começar a ler os
livros do grande educador Paulo Freire.
Veja a bibliografia de
Paulo Freire:
Educação e atualidade brasileira. Recife,
Universidade Federal do Recife, 1959, 139 p. – Tese de concurso público para a
cadeira de História e Filosofia da Educação de Belas Artes de Pernambuco.
Pedagogia do Oprimido (manuscrito
em português de 1968). Publicado com prefácio de Ernani Maria Flori. Rio de
Janeiro, paz e Terra, 1970, 218p.
Ação cultural para a liberdade e outros escritos. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1976.
Educação e Mudança. Prefácio
de Moacir Gadotti e traduação de Lilian Lopes Martin. Rio de Janeiro. Paz e Terra,
1979, 79 p.
A importância do ato de ler. Prefácio
de Antonio Joaqueim Severino. São Paulo, Cortez /Autores Associados, 1982, 96
p.
Aprendendo com a própria história. Rio de
Janeiro, Paz e Terra, 1987, 168 p
A educação na cidade. São
Paulo, Cortez, 1991, 144 p. Com prefácio de Moacir Gadotti.
Professora sim, tia não: cartas a quem ousa
ensinar. São Paulo, Olho D´Àgua, 1993, 127 p.
Cartas a Cristina. Prefácio
de Adriano S. Nogueira; notas de Ana Maria Araújo Freire. São Paulo, Paz e
Terra, 1994, 334p.
À sombra desta mangueira. São
Paulo, Olho D´Àgua, 1995, 120 p.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Carta Formal
Ilma. Srª.
PSICOPEDAGOGA DA ESCOLA:
Estou encaminhando o aluno Pedro,
sete anos, para que seja elaborado um plano para ajudá-lo na compreensão e na
elaboração das atividades.
Todos os recursos foram utilizados
dentro classe e extraclasse sem que obtivéssemos algum resultado positivo. O aluno
possui dificuldade de entendimento no processo de leitura e escrita, ficando
isolado dentro do conteúdo da aprendizagem dos outros alunos.
Tendo em vista que a escola prima
pelo estudo qualitativo vem por meio desta, buscar junto ao trabalho da
psicopedagoga meio para suprir as dificuldades do aluno e a busca de um caminho
para que este chegue a aquisição do conhecimento.
Sem mais para o momento, agradeço.
Professora.
Imagem: http://www.comofazertudo.com.br/carreiras/como-escrever-uma-carta-entrevista-obrigado
Carta Informal
À SENHORA
MÃE DO PEDRO
Como eu sei que a senhora tem a educação do seu filho Pedro como algo
muito importante, e isto é claro no seu empenho em orientá-lo na execução dos
seus deveres.
Neste sentido, estou informando a Senhora que estou encaminhando o Pedro
para ser acompanhado pela psicopedagoga, para que uma solução seja encontrada
na melhora de seu aprendizado.
Coloco-me a disposição da Senhora para que juntas possamos nos ajudar na
educação e no aprendizado de seu filho.
Atenciosamente
Professora do Pedro
Sindicatos de professores de todo o país entram em greve de três dias a partir de hoje.
Do UOL*, em São Paulo
Sindicatos de professores ligados à CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) entram em greve de três dias a partir desta quarta-feira (14) para pedir o cumprimento da Lei do Piso. O novo valor anunciado pelo MEC (Ministério da Educação) é de R$ 1.451. O protesto também defende um maior investimento público em Educação.
A paralisação deve atingir escolas públicas das redes estaduais e municipais de todo o país de maneiras diferentes. Em determinados Estados, como Amazonas, Sergipe e Pernambuco, as redes devem parar nos três dias. No Acre, está prevista a paralisação somente na sexta-feira (16).
O presidente da CNTE, Roberto Franklin Leão, afirma que o movimento pode ser ampliado, por tempo indefinido, conforme as assembleias da categoria em cada Estado. Os professores do Piauí, Goiás, Rondônia e Distrito Federal já interromperam as aulas.
Segundo um levantamento feito com as secretarias de educação dos Estados, nove deles ainda não pagam o piso nacional dos docentes. Pelas contas dos sindicatos, são 17 Estados que não cumprem a Lei .
(*Com informações da Agência Brasil)
Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/03/14/sindicatos-de-professores-de-todo-o-pais-entram-em-greve-de-tres-dias-a-partir-de-hoje.htm
Foto: http://folhadeabaetetuba.blogspot.com/2010/09/abaetetuba-greve-na-defesa-da-educacao.html
O presidente da CNTE, Roberto Franklin Leão, afirma que o movimento pode ser ampliado, por tempo indefinido, conforme as assembleias da categoria em cada Estado. Os professores do Piauí, Goiás, Rondônia e Distrito Federal já interromperam as aulas.
Segundo um levantamento feito com as secretarias de educação dos Estados, nove deles ainda não pagam o piso nacional dos docentes. Pelas contas dos sindicatos, são 17 Estados que não cumprem a Lei .
(*Com informações da Agência Brasil)
Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/03/14/sindicatos-de-professores-de-todo-o-pais-entram-em-greve-de-tres-dias-a-partir-de-hoje.htm
Foto: http://folhadeabaetetuba.blogspot.com/2010/09/abaetetuba-greve-na-defesa-da-educacao.html
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